MARVINSKETCH E KAHOOT COMO FERRAMENTAS NO ENSINO DE ISOMERIA

Autores

  • Carlos Helaidio Chaves da Costa Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) - Campus Caicó
  • Francisco Ferreira Dantas Filho Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)- Campina Grande
  • Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)- Campina Grande

DOI:

https://doi.org/10.15628/holos.2017.4733

Palavras-chave:

Ensino, Química, Isomeria, MarvinSketch, Kahoot

Resumo

O conteúdo de isomeria na Química orgânica ainda é pouco discutido em pesquisas na área de ensino, entretanto os alunos apresentam dificuldades na aprendizagem e visualização espacial dos compostos. O presente trabalho trata-se de uma proposta de ensino utilizando as ferramentas colaborativas MarvinSketch e Kahoot buscando minimizar as dificuldades de aprendizagem e motivar os estudantes no aprendizado dos conceitos de isomeria. Foi aplicada uma proposta didática para o estudo dos isômeros, complementada por uma atividade gamificada, no total de 4 h/aula onde o público alvo foi composto por 27 alunos do 2º ano do ensino médio do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) campus Caicó. A coleta de dados foi realizada através de um questionário aplicado aos alunos para avaliação da proposta didática. Os resultados obtidos foram positivos em relação a motivação dos alunos para o uso das ferramentas e a contribuição no processo de ensino. Após a análise dos dados obtidos, concluímos que o estudo apontou para a potencialidade destas ferramentas para promover uma melhoria na aprendizagem mediada pela construção e visualização de estruturas e o envolvimento dos estudantes ao participarem de uma atividade gamificada. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Carlos Helaidio Chaves da Costa, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) - Campus Caicó

Licenciado em Ciências pela Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos/Universidade Estadual do Ceará (2006), Graduado em Tecnologia de Alimentos pelo Centro de Ensino Tecnológico (2005), Especialista em Saúde e Segurança Alimentar pelo Instituto Centro de Ensino Tecnológico (2010) e mestrando em Ensino de Ciências / Química na Universidade Estadual da Paraíba. Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. Tem experiência na área de alimentos, principalmente com análises de qualidade de frango e leite e no ensino de Química nos cursos técnicos e Licenciatura do IFRN.

Francisco Ferreira Dantas Filho, Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)- Campina Grande

Graduado em Química pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, Mestre en Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB Doutor em Engenharia de Processos pela Universidade Federal de Campina Grande- UFCG. Professor Adjunto no departamento de Química da Universidade Estadual da Paraíba Campus I e do Programa de Pós - graduação em Ensino de Ciências e educação Matemática - PPGECEM/UEPB, Lider do grupo de Pesquisa: Metodologias para a Educação em Química- GPMEQ/UEPB.

Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita, Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)- Campina Grande

Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita é Pedagoga, especialista em Desenvolvimento Infantil e seus Desvios, Mestra em Educação e doutora em Educação na área de concentração em Educação Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Paraíba, bolsista CAPES fez doutorado sandwich na Universidade de Lisboa. Professora Dra. Associada A da Universidade Estadual da Paraíba . Professora do Departamento de Educação da UEPB - Campus I. Faz parte do corpo permanente dos Programas de Pós-graduação Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática e Mestrado Profissioal em Formação de Professores da Educação Básica da Universidade Estadual da Paraíba - UEPB. Produtora de material didático, Coordenadora do controle acadêmico e do Estágio Supervisionado do Curso de Administração EAD da PROEAD/UEPB. Com publicações em periódicos especializados, trabalhos em anais de eventos nacionais e internacionais, capítulos de livros e livros publicados. Possui 3 softwares educativos sobre games no ensino. Orientadora de trabalhos de iniciação científica , trabalhos de conclusão de curso, de especialização, mestrado e co-orientação de doutorado com ênfase nas áreas de tecnologia e aquisição do conhecimento, tecnologia e ensino de ciências e matemática, TIC e formação de professores, letramento digital, didática e metodologia das ciências. Além de temas como Educação a distância, Avaliação de Sistemas, Instituições, Planos e Programas Educacionais. Participou da produção de projetos em EAD para o edital da UAB assim como de produção de material didático e parecer para a EAD. Em suas atividades profissionais interagiu com 43 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Coordenadora do Grupo de Pesquisa TDAC- Tecnologias Digitais e Aquisição do Conhecimento (cadastrado no CNPq desde 2002) é pesquisadora da ANPEd desde 1997 é sócia da Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM, membro da Rede Brasileira de Jogos eletrônicos e da Comunidade Científica Portuguesa de Videojogos. Líder e pesquisadora de grupos de pesquisa cadastrados no CNPq. Avaliadora do INEP de 2002 a 2007

Referências

Bardin, L. (1997). Análise de conteúdo (5a ed.). Lisboa: Edições.

Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais Para o Ensino Médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. Recuperado em 15 de abril, 2016, de http://portal.mec.gov.br.

Brasil. (1999). Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio. Brasília: MEC/SESu.

Cassettari, F. T. (2015). Estudo de caso: uso de um quiz game para revisão de conhecimentos em gerenciamento de projetos. Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

Fadel, L. M. et al. (org.). (2014). Gamificação na educação. São Paulo: Pimenta Cultural. Recuperado em 3 de janeiro, 2016, de https://www.academia.edu/9139616/_eBook_-_PDF_Gamifica%C3%A7%C3%A3o_na_Educa%C3%A7%C3%A3o.

Gil, A. C. (2008). Como elaborar projetos de pesquisa (4. ed.). São Paulo: Atlas.

Giordan, M., Gois, J. (2009) Entornos virtuales de aprendizaje en química: una revisión de la literatura. Educación Química, v. 20, n. 3, pp, 301-303. Recuperado em 15 de março, 2016, de http://www.lapeq.fe.usp.br/textos/te/tepdf/giordan_gois-educacionquimica-2009.pdf.

Karnal, L. (2014). Conversas com um jovem professor (1 ed.). São Paulo: Contexto.

Keig, P. F., Rubra, P. A. (1993). Translation of representations of the structure of matter and its relationship to reasoning, Gender, Spatial Reasoning, And Specific Prior Knowledge. Hoboken (NJ), Journal of Research in Science Teaching, 30, 883-903.

Neto, J., Simões, E., Campos, Â. F., Júnior, M., Cardoso, C. A. (2016). Abordando a isomeria em compostos orgânicos e inorgânicos: uma atividade fundamentada no uso de situações-problema na formação inicial de professores de Química. Revista investigações em ensino de ciências, vol.18, p. 328. Recuperado em 15 de março, 2016, de www.if.ufrgs.br/ienci/artigos/Artigo_ID333/v18_n2_a2013.pdf.

Neto, J., Simões, E., Campos, Â. F., Júnior, M., Cardoso, C. A. (2010). Abordando o conceito de isomeria por meio de situações-problema no ensino superior de química. XV Encontro Nacional de Ensino de Química (XV ENEQ), Brasília, DF. Recuperado em 18 de abril, 2016, de http://www.xveneq2010.unb.br/resumos/R0699-2.pdf.

Pauletti, F., Catelli, F. Tecnologias digitais: possibilidades renovadas de representação da química abstrata, Acta Scientiae, 15, 2, pp 383-396, 2013.

Schmitz, B., Klemke, R., Specht, M. (2012). Effects of mobile gaming patterns on learning outcomes: a literature review. Journal Technology Enhanced Learning, p. 9. Recuperado em 18 de abril, 2016 de https://www.researchgate.net/publication/235265707_Effects_of_mobile_gaming_patterns_on_learning_outcomes_A_literature_review.

Silva Júnior, C. A. B., Bizerra, A. M. C. (2015). Estruturas e nomenclaturas dos hidrocarbonetos: é possível aprender jogando? Revista Holos, ano 31, vol. 6, p. 147. Recuperado em 15 de março, 2016 de http://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/3616/1219.

Solomons, G., Fryhle, C. (2000). Química Orgânica (7. ed.). Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos – LTC.

Tardif, M. (2011). Saberes docentes e formação profissional (12. ed.). Petrópolis, RJ: Vozes.

Wu, H.K., Shah, P. (2004). Exploring visuospatial thinking in chemistry learning. Hoboken(NJ), Science Education, 88, 3, 465-492.

Xavier, A. C. (2012). Como fazer e apresentar trabalhos científicos em eventos acadêmicos. Recife: Rêspel.

Downloads

Publicado

18/07/2017

Como Citar

da Costa, C. H. C., Dantas Filho, F. F., & Gonçalves da Silva Cordeiro Moita, F. M. (2017). MARVINSKETCH E KAHOOT COMO FERRAMENTAS NO ENSINO DE ISOMERIA. HOLOS, 1, 31–43. https://doi.org/10.15628/holos.2017.4733

Edição

Seção

ARTIGOS

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)