POLÍTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NAS UNIVERSIDADES: UMA PERSPECTIVA DO NIT DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA

Autores

  • Edilson Araujo Pires Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
  • Cristina Maria Assis Lopes Tavares Quintella Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.15628/holos.2015.3600

Palavras-chave:

Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia, Política de inovação

Resumo

O presente estudo analisa a política de propriedade intelectual e da transferência de tecnologia (PI&TT) sob a perspectiva do Núcleo de Inovação tecnológica da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A pesquisa bibliográfica, a análise de documentos de Gestão Institucional e a aplicação de entrevistas semiestruturadas com gestores da UFRB foram os métodos utilizados para a realização dessa investigação. Os dados indicam que a Universidade tentou estabelecer uma política de inovação desde 2006, mas não teve sucesso, se deparando com problemas como a falta de recursos humanos, de uma cultura de proteção dos direitos de propriedade intelectual e, o distanciamento com o setor empresarial. Em, 2014, apesar de ter criação a Coordenação de Criação e Inovação, adicionalmente é preciso adotar outras estratégias para intensificar sua política de inovação como: a criação de uma Comissão de PI&TT; a ampliação do quadro de com capacitação em PI&TT e ações para intensificar a cultura de inovação entre os acadêmicos e empresas.

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Biografia do Autor

Edilson Araujo Pires, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Doutorando e Mestre em Ciência da Propriedade Intelectual pela Universidade Federal de Sergipe (2014), Especialista em Psicopedagogia Clinica e Institucional pela Faculdade de Ciência e Tecnologia Albert Einstein (2011), Licenciatura em História pela Universidade do Estado da Bahia (2009). Tem formação complementar em Gestão de Projetos, Empreendedorismo, Propriedade Intelectual, Gestão de Agências de inovação, Estruturação dos Núcleos de Inovação Tecnológica e Patentes e Busca de Anterioridade. É Gestor do Núcleo de Propriedade Intelectual da UFRB.. Tem experiência na área de Educação, Gestão de Projetos, Propriedade Intelectual, Busca e Redação de Patentes. Atua principalmente nos seguintes temas: Empreendedorismo, Propriedade Intelectual, Prospecção Tecnológica, Gestão da Inovação, Indicadores de CT&I, Produção Científica, Inovação e NITs.

Cristina Maria Assis Lopes Tavares Quintella, Universidade Federal da Bahia

Formou-se em 1983 bacharel em Física (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 1985 mestre em Físico-Química (Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 1993 doutora interdisciplinar em Ciências Moleculares (University of Sussex, UK) e tem diversas capacitações em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (PI e TT) pela OMPI e INPI. É Prof. Titular da Universidade Federal da Bahia, onde coordena o LabLaser/IQ/UFBA desde 1994, e atua principalmente em: dinâmica e cinética molecular; espectroscopias; interfaces; biotecnologia, produção e transporte de petróleo; CO2; instrumentação; Seu grupo ganhou o Prêmio Petrobrás de Tecnologia 4 anos consecutivos (2003 a 2006) em três temas distintos e o Prêmio Inventor Petrobras em 2008 e 2010. É inventora de 38 patentes, sendo 4 internacionais pelo PCT/INPI/OMPI, e 2 concedidas na Grã-Bretanha e Rússia. Várias tecnologias que desenvolveu são já inovação tecnológica sendo utilizadas pela sociedade por exemplo pelas empresas QUIMIS, PETROBRAS, COSERN, e outras mais novas de base tecnológica atuando, por exemplo no EMBRAPII. No momento está Bolsista de Produtividade Desen. Tec. e Extensão Inovadora do CNPq - Nível 2 - CA 98 - Programa das Áreas Tecnológicas de Química e Geociências. Tem atuação em negociação; prospecção tecnológica; PI e TT, implantou e coordenou o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) na UFBA (2005 a 2014), foi a primeira Coordenadora de Inovação da UFBA (2010 a 2014) e coordena desde 2004 a Rede NIT-NE que compreende 52 instituições dos 9 estados do NE do Brasil e de outros estados. Está Presidente do FORTEC (Associação Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia). Orientou ou orienta mais de 23 DR, 24 MS, 101 IC e 72 orientações tecnológicas (ITI e DTI), além de mais de 10 anos de supervisões de pós-doutoramento. Possui 21 anos de experiência na coordenação de projetos individuais (CNPq), institucionais (PIBIC/UFBA, Núcleo de Propriedade Intelectual UFBA-UFPb-UFS-CEFETBA) e interinstitucionais (PADCT3, CYTED/LCDs, CTPetro/CNPq, CTPetro/FINEP, CTHidro/FINEP, CTInfra/FINEP, TIB/Verde e Amarelo/CNPq), participou da elaboração e do Comitê Gestor do PRODOC multi-institucional da Bahia, Coordenou o PIBIC institucional. Dentro da rede NIT-NE foi e é responsável junto ao CNPq por mais de 180 bolsas DTI e ITI dos bolsistas atuantes em cada NIT sob orientação imediata dos Coordenadores de NITs, estando no momento mais de 20 vigentes do CNPq e de outras fontes. Idealizou e coordenou a criação do SISBIC UFBA - Sistema de Avaliação de Mérito das Bolsas de Iniciação da UFBA que é utilizado até hoje. Criou o Portal da Inovação da Rede NIT-NE / APPITTe com cadastro de usuários, de organizações, de Propriedade Intelectual, Transferência de tecnologia, gestão remota técnica e financeira de projetos, sistema de emails, relatórios de gestão, ferramentas dos Núcleos de Inovação Tecnológica, entre outros, e que, em nov/14 compreendia tinha 2.176 usuários, 1.681 inventores cadastrados; 52 organizações de todo o Brasil (academia, governo e empresas); 800 PI cadastradas em diversos e múltiplos setores empresariais

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Publicado

11/12/2015

Como Citar

Pires, E. A., & Quintella, C. M. A. L. T. (2015). POLÍTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NAS UNIVERSIDADES: UMA PERSPECTIVA DO NIT DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA. HOLOS, 6, 178–195. https://doi.org/10.15628/holos.2015.3600

Edição

Seção

ARTIGOS