Possibilidades de resistências à reforma do ensino médio em curso

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15628/rbept.2022.14021

Resumo

Trata este artigo da Reforma do Ensino Médio consolidada pela Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017, e por suas normas complementares, tais como a BNCC, as DCNEM e o PNLD. Identifica os interlocutores da Reforma e as suas intencionalidades, e problematiza o tipo humano que buscar formar, um sujeito competitivo, individualista e egoísta. Tomando as políticas públicas, e as políticas educacionais em particular, como campo de disputas e assumindo como referência o conceito gramsciano de guerra de posição, sustenta as possibilidades de resistência à Reforma com a defesa da democracia e dos interesses públicos no interior dos sistemas e unidades escolares.

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Biografia do Autor

Luciane Teixeira da Silva, Universidade Federal de São Carlos

Mestre em Educação e Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas a Escola de Gramsci - (Ufscar).

Publicado

16/06/2022

Como Citar

ARAUJO, R. M. de L.; TEIXEIRA DA SILVA, L.; BOTH, A. L. C. M. Possibilidades de resistências à reforma do ensino médio em curso. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [S. l.], v. 1, n. 22, p. e14021, 2022. DOI: 10.15628/rbept.2022.14021. Disponível em: https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/view/14021. Acesso em: 14 ago. 2022.

Edição

Seção

DOSSIÊ - Em defesa do projeto de formação humana integral