CONCEPTUAL PROFILE OF FORCE

AN ANALYSIS OF DISCURSIVE INTERACTIONS IN THE CLASSROOM USING ACTIVE METHODOLOGIES

Autores

Palavras-chave:

Perfil Conceitual de Força, Metodologias Ativas, Análise do discurso em sala de aula

Resumo

Esta pesquisa analisa a evolução do perfil conceitual de força de alunos do Ensino Médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte - IFRN, campus Mossoró, quando submetidos a uma sequência didática baseada em metodologia ativa. Integramos a Teoria do Perfil Conceitual a uma ferramenta de estrutura analítica do discurso, permitindo acompanhar as interações e dinâmicas do perfil conceitual dos alunos ao longo da produção e troca dialógica de significados. Os dados foram coletados por meio de: dois questionários, os quais foram categorizados de acordo com as zonas de um modelo de perfil conceitual de força; diário de bordo; e gravações em vídeo das aulas. Selecionamos e analisamos alguns episódios de ensino. Com os resultados alcançados, inferimos que a proposta de ensino baseada na metodologia ativa favoreceu as interações e a evolução do perfil conceitual do conceito físico de força em sala de aula.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Maria das Dores Messias de Sousa, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/UERNUniversidade Federal Rural do Semi-árido/UFERSAInstituição Federal do Rio Grande do Norte/IFRN

Mestre em Ensino pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino (POSENSINO)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte

Marcelo Nunes Coelho, IFRN

Possui graduação em Física pela Universidade Estadual do Ceará (2007), mestrado em Física pela Universidade Federal do Ceará (2010) e doutorado em Física pela Universidade Federal do Ceará (2014). Possui especialização em Neuropsicopedagogia (2017). É professor efetivo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte - Campus Mossoró. Tem experiência na área de Física, com ênfase em Física da Matéria Condensada. Atuou principalmente nos seguintes temas: raman scattering, raman, high pressure, molybdate e phase transition. Hoje, desenvolve pesquisas em temas relacionados ao ensino de física (principalmente o desenvolvimento de metodologias ativas de ensino e aprendizagem) e à motivação para o ensino e a aprendizagem. É membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino (POSENSINO-UERN/UFERSA/IFRN) e do Mestrado Profissional Nacional em Ensino de Física (MNPEF-UFERSA). É membro da Mensa.

Referências

Amaral, E. M., & Mortimer, E. F. (2007). Uma metodologia para análise da dinâmica entre zonas de um perfil conceitual no discurso da sala de aula. A pesquisa em ensino de ciências no Brasil e suas metodologias. Ijuí: Editora Unijuí, 239-296.

Ausubel, D. P. (1982). A aprendizagem significativa. São Paulo: Moraes.

Ausubel, D. P. (2003). Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva (Vol. 1, pp. p-243). Lisboa.

Bachelard, G. (1940). La philosophie du non: Essai d'une philosophie du nouvel esprit scientifique. Paris: PUF.

Bachelard, G. (1978). A Filosofia do Não: O novo espírito científico. São Paulo: Abril Cultural

Coelho, M. N. (2019). Unidade de aprendizagem ativa para física: uma possibilidade para a motivação dos discentes. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia, 12(3).

Driver, R. (1989). Students’ conceptions and the learning of science. International journal of science education, 11(5), 481-490.

Driver, R., Guesne, E., & Tiberghien, A. (1992). Ideas científicas en la infancia y la adolescencia (No. 8). Ediciones Morata.

Fagen, A. P., Crouch, C. H., & Mazur, E. (2002). Peer instruction: Results from a range of classrooms. The physics teacher, 40(4), 206-209.

Freire, P. (1997). Educação “bancária” e educação libertadora. Introdução à psicologia escolar, 3, 61-78.

Gil, A. C. (2017). Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas.

Halloun, I. (2007). Evaluation of the Impact of the New Physics Curriculum on the Conceptual Profiles of Secondary Students. Phoenix Series, Lebanese University.

Inhelder, B., & Piaget, J. (1955). De la logique de l'enfant à la logique de l'adolescent. [From the logic of the child to the logic of the adolescent]. Presses Universitaires de France.

Jammer, M. (1957). Concepts of force: A study in the foundations of dynamics. Courier Corporation.

Malheiro, J. M. S., Diniz, C. W. P. (2008). Aprendizagem baseada em problemas no ensino de ciências: Mudando atitudes de alunos e professores. Amazônia: Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, 4, 1-10.

Marconi, M. D. A., & Lakatos, E. M. (2008). Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Editora Atlas SA.

Marcuschi, L. (2000). Análise da conversação. 5. ed. São Paulo: Editora Ática.

Marques, A. P. A. Z., Message, C. P., Gitahy, R. R. C. & Sousa, S. O. (2018). A experiência da aplicação da metodologia ativa team based learning aliada a tecnologia no processo de ensino e de aprendizagem. CIET:EnPED.

Mehan, H. (1979). ‘What time is it, Denise?”: Asking known information questions in classroom discourse. Theory into practice, 18(4), 285-294.

Mortimer, E. F. (1995). Conceptual change or conceptual profile change? Science & Education, 4, 267-285.

Mortimer, E. F. (2000). Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. UFMG.

Mortimer, E. F., & Scott, P. (2002). Atividade discursiva nas salas de aula de ciências: uma ferramenta sociocultural para analisar e planejar o ensino. Investigações em ensino de ciências, 7(3), 283-306.

Mortimer, E. F., Scott, P. H. (2003). Meaning making in secondary science classrooms. Philadelphia: Open University Press.

Piaget, J. (1973). La formation de la notion de force (Vol. 29). Presses universitaires de France.

Piaget, J.; Garcia, R. (1983). Psychogenèse et Histoire des Sciences, Paris: Flammarion.

Posner, G. J., Strike, K. A., Hewson, P. W., & Gertzog, W. A. (1982). Accommodation of a scientific conception: toward a theory of conceptual change. Science Education Ed 66: 211–227.

Pozo, J. I., & Crespo, M. Á. G. (2009). A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano ao conhecimento científico.

Radé, T. (2005). O Conceito de força na Física: Evolução histórica e perfil conceitual [Doctoral dissertation, Dissertação de Mestrado. Canoas: Universidade Luterana do Brasil].

Rojas-de-Gracia, M. M., Esteban, A., Bentabol, M. J., Rodríguez-Ruiz, M. D., Bentabol, A., Lopes, A. P., ... & Caña-Palma, R. (2022). Evaluation of implementation of gamification, game-based learning, and active methodologies to the flipped classroom model. In Online Distance Learning Course Design and Multimedia in E-Learning (pp. 142-164). IGI Global.

Sousa, M. D. M. de. (2022) Perfil conceitual de força: uma análise das interações discursivas em sala de aula com o uso de metodologias ativas. [Dissertação de mestrado, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte].

Tiberghien, A. (1985). Quelques éléments sur l'evolution de la recherche en didactique de la physique. Revue française de pédagogie, 71-86.

Publicado

25/09/2023

Como Citar

Sousa, M. das D. M. de ., & Coelho, M. N. (2023). CONCEPTUAL PROFILE OF FORCE: AN ANALYSIS OF DISCURSIVE INTERACTIONS IN THE CLASSROOM USING ACTIVE METHODOLOGIES. HOLOS, 4(39). Recuperado de https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/15539

Edição

Seção

ARTIGOS

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.