OS DETERMINANTES DO ÍNDICE DE DESEMPENHO ACADÊMICO DOS ESTUDANTES DO SEMIÁRIDO POTIGUAR

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15628/holos.2017.4388

Palavras-chave:

Índice de Rendimento Acadêmico, Desigualdade de Oportunidades Educacionais, Efeito Tratamento

Resumo

Este estudo tem como principal objetivo mensurar os principais determinantes do Índice de Rendimento Acadêmico dos Estudantes do Semiárido Potiguar. Para tanto, adotou-se três metodologias associadas a um questionário socioeconômico. Os principais resultados possibilitam ao menos fazer três inferências: i) participação significativa das condições sociais no desempenho educacional; ii) substancial diferencial de esforço para o aluno com baixo background social atingir a média, e a partir dessa, o esforço parece dominar consideravelmente as condições sociais desfavoráveis; e, por fim iii) há fortes evidências de efeito tratamento para as variáveis de esforço.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Bianca Alencar Vieira, Graduada em Ciência e Tecnologia. Graduanda em Engenharia Civil - UFERSA.

Doutor em Economia - PPGE - Universidade Federal da Paraíba.

Mestre em Economia - PIMES - Universidade Federal do Pernambuco. 

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. 

Lauro César Bezerra Nogueira, Professor Adjunto da Universidade Federal Rural do Semiárido.

Graduada em Ciência e Tecnologia.

Graduanda em Engenharia Civil. 

Wallace Patrick Santos, Universidade Federal da Paraíba

Doutorando em Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Professor do Departamento de Economia da Universidade Federal da Paraíba

Referências

Figueiredo, E. A. D., Santos, D. F. S. W. P., & Annegues, A. C. (2015). Injusticia de la desigualdad: factores determinantes en el Brasil, 1995 y 2009. Revista CEPAL

Arneson, R. J. (1989). Equality and equal opportunity for welfare. Philosophical studies, 56(1), 77-93.

Ashenfelter, O., & Rouse, C. (1998). Income, schooling, and ability: Evidence from a new sample of identical twins. The Quarterly Journal of Economics, 113(1), 253-284.

Black, S. E., Devereux, P. J., & Salvanes, K. G. (2005). The more the merrier? The effect of family size and birth order on children's education. The Quarterly Journal of Economics, 120(2), 669-700.

BOURGUIGNON, F.; FERREIRA, F.; MILANOVIC, B.; RAVALLION, M. Global Inequality. in Kenneth ReinertandRamkishenRajan (eds) Princeton Encyclopediaofthe World Economy, Princeton University Press, forthcoming, 2007.

Cameron, A. C., & Trivedi, P. K. (2005). Microeconometrics: methods and applications. Cambridge university press.

Daude, C. (2011). Ascendance by descendants? On intergenerational education mobility in Latin America. OECD Development Centre Working Papers, (297), 1.

Diaz, M. D. M. (2012). (Des) Igualdades de Oportunidades no Ensino Médio Brasileiro: Escolas Públicas e Privadas. Economia, 13(3a).

Dworkin, R. (1981). What is equality? Part 2: Equality of resources. Philosophy & Public Affairs, 283-345.

Ferreira, F. H., & Gignoux, J. (2011). The measurement of inequality of opportunity: Theory and an application to Latin America. Review of Income and Wealth, 57(4), 622-657.

Figueirêdo, E., Nogueiray, L., & Santanaz, F. L. (2014). Igualdade de Oportunidades: Analisando o papel das circunstâncias no desempenho do ENEM. Revista Brasileira de Economia, 68(3), 373-392.

Firpo, S., Ponczek, V. P., & Possebom, V. (2014). Private Education Market, Information on Test Scores and Tuition Practices.

Fleurbaey, M. (1995). Equal opportunity or equal social outcome?. Economics and philosophy, 11(01), 25-55.

Foguel, M. N., & Veloso, F. A. (2014). Inequality of opportunity in daycare and preschool services in Brazil. Journal of Economic Inequality, 12(2), 191.

Hanushek, E. A. (1979). Conceptual and empirical issues in the estimation of educational production functions. Journal of human Resources, 351-388.

Hanushek, E. (1970). The Production of Education, Teacher Quality and Efficiency.

Junior, J. L. D. S. N., de Brito Ramalho, H. M., & da Silva, E. K. (2013). Transmissão Intergeracional de educação e mobilidade de renda no Brasil. Revista Economia e Desenvolvimento, 12(2).

Klein, R., & Vella, F. (2010). Estimating a class of triangular simultaneous equations models without exclusion restrictions. Journal of Econometrics, 154(2), 154-164.

Leite, Á. R., Justo, W. R., & Júnior, J. L. D. S. N. Análise dos Principais Determinantes da Mobilidade Intergeracional de Educação entre as Regiões Nordeste e Sudeste.

Nogueira, L. C. B., & de Alencar, E. F. (2015). Tal Pai, Tal Filho? Uma Análise dos Efeitos Fatores de Circunstâncias Sobre o Desempenho dos Alunos na Avaliação do PISA 2012. Texto para discussão. Universidade Federal da Paraíba.

John, R. (1971). A theory of justice.

Roemer, J. E., & Trannoy, A. (1998). Equality of Opportunity.

Romanello, M., Sawyer, D. O., De Oliveria, F. G. .Youth Informality In Brazil: An Analysis Of School-To-Work Transition. 2013.

Vallentyne, P. (2002). Brute luck, option luck, and equality of initial opportunities. Ethics, 112(3), 529-557.

Downloads

Publicado

18/07/2017

Como Citar

Vieira, B. A., Nogueira, L. C. B., & Santos, W. P. (2017). OS DETERMINANTES DO ÍNDICE DE DESEMPENHO ACADÊMICO DOS ESTUDANTES DO SEMIÁRIDO POTIGUAR. HOLOS, 1, 397–414. https://doi.org/10.15628/holos.2017.4388

Edição

Seção

ARTIGOS

Artigos Semelhantes

<< < 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.