A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE JOÃO CÂMARA – RN

Vanda Maria Saraiva

Resumo


O presente projeto de pesquisa foi desenvolvido em três escolas públicas (Cenecista João XXIII, Francisco de Assis Bittencourt e Antônio Gomes) da cidade de João Câmara-RN, com o objetivo geral de conhecer a realidade dessas escolas, no sentido de saber se existe uma prática permanente das questões ambientais nos currículos escolares e se estes são passados aos alunos de forma multidisciplinar, como determina os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs, que dá evidência necessária a preservação do meio ambiente, contemplando as realidades locais e sugere formas de introdução de Educação Ambiental (EA) nos currículos. A Constituição Federal também estabelece como competência do poder público, promover a EA em todos os níveis de ensino. Considerando que a degradação ambiental é hoje uma das maiores preocupações dos governos e da sociedade, faz-se necessário desenvolver ações de caráter educativo, para o desenvolvimento sustentável garantindo assim, a permanência dos recursos naturais em condições que assegure às gerações futuras sobrevivência na Terra. A metodologia utilizada foi a pesquisa exploratória, pois levantamos informações sobre o nosso objeto de estudo, e do tipo explicativa uma vez que analisamos o fenômeno estudado, os seus “porquês” e seus determinantes. Visitamos as escolas para buscarmos os dados “in loco”, onde foram feitos levantamentos através de perguntas a respeito do assunto abordado. Aplicamos um questionário com os docentes, com perguntas objetivas e subjetivas, respondidos por 35 professores de um total de 55, representando assim 64% da amostra. Os resultados obtidos nas três escolas foram analisados conjuntamente. Após a aplicação do questionário, seguiu-se a fase da análise de todos os dados obtidos durante a pesquisa. Buscou-se dessa forma, distribuir graficamente em termos quantitativos os resultados das respostas do questionário, as quais foram interpretadas quantitativamente e verificamos que a temática é pouco trabalhada pelos professores dessas escolas, e que os mesmos precisam de apoio dos governos para que seja efetiva a participação da comunidade escolar.

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DOI: https://doi.org/10.15628/holos.2008.187



 

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