ETHOS, DECORO, LIBERDADE: NOTAS SOBRE OS REGIMES DE IDENTIFICAÇÃO DAS ARTES NA OBRA DE JACQUES RANCIÈRE

Autores

  • EDUARDO PELLEJERO UFRN

DOI:

https://doi.org/10.15628/dialektike.2016.5420

Resumo

Numa das revisitações críticas mais importantes das últimas décadas, a obra de Jacques Rancière propõe uma redefinição do modo de identificação da arte que domina a nossa época. Essa problematização das categorias históricas tradicionais (modernismo, modernidade, pós-modernidade), em ordem a repensar as relações entre as práticas artísticas e as práticas políticas, implica uma reconsideração das definições da arte e da política, assim como das tarefas da crítica. O presente ensaio pretende oferecer uma aproximação aos conceitos em jogo nessa empresa.

Biografia do Autor

EDUARDO PELLEJERO, UFRN

Graduado em Filosofia na Faculdade de Filosofia da Universidade do Salvador (Argentina, 2000) e doutorado em Filosofia Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Portugal, 2006). Desde 2009 é professor de Estética do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Forma parte do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da mesma Universidade. Atualmente desenvolve uma pesquisa no domínio da filosofia (política) da arte. Mais info: http://www.sigaa.ufrn.br/sigaa/public/docente/portal.jsf?siape=1718581

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Publicado

2016-12-13

Edição

Seção

Artigos