Campus Natal Central

A história desta instituição começou em 23 de setembro de 1909 quando o então Presidente Nilo Peçanha assinou o decreto de criação de 19 Escolas de Aprendizes Artífices, entre as quais a de Natal.  Instalada em janeiro de 1910 no antigo Hospital da Caridade, onde atualmente funciona a Casa do Estudante de Natal, a Escola de Aprendizes Artífices oferecia curso primário, de desenho e oficinas de trabalhos manuais.

Em 1914, a instituição transfere-se para a Avenida Rio Branco, ocupando, durante 53 anos, o edifício n.º 743, construído no início do século XX, anteriormente ocupado pelo Quartel da Polícia Militar.

A mudança de denominação para Liceu Industrial de Natal integrou a reforma instituída pela Lei n.º 378, de 13/01/1937, do Ministério da Educação e Saúde, a quem as Escolas de Aprendizes Artífices estavam subordinadas desde 1930.

Campus Cidade Alta

Com a inauguração das novas instalações da Escola Industrial no bairro de Morro Branco, em 1967, o Ministério da Educação repassou o prédio para o Instituto Nacional do Livro. Posteriormente, sua tutela foi concedida à Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que instalou no local, entre outros órgãos, sua Televisão Universitária, ali funcionando de 1976 a 1995.

Nesse período, a TVU dividiu o espaço com a Associação dos Funcionários da UFRN (AFURN), a Comperve e o Centro Regional Universitário de Treinamento e Ação (Crutac). O prédio abrigou ainda, entre 1978 e 2008, a Associação dos Veteranos da Força Expedicionária de Natal, a Coopercrutac – cooperativa de artesãos, de 1970 a 2008, e, a partir de 1997,  vários grupos artísticos reunidos na Associação República das Artes.

Motivado pela iminência do centenário do então CEFET-RN e pelo estado de abandono em que se encontrava o prédio, a direção geral do Centro Federal de Educação Profissional e Tecnológica, com o apoio da sua comunidade acadêmica e de ex-alunos da antiga Escola Industrial, reivindicou a reintegração de posse do edifício, a qual foi aprovada pelo Conselho Superior da UFRN em novembro de 2007.

Campus Zona Norte

O Campus Natal-Zona Norte é fruto da 1ª fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, implementado pelo governo federal por meio do Ministério da Educação, no período de 2003 a 2006.

Teve seu funcionamento autorizado no dia 29 de junho de 2006, ainda na fase de conclusão das obras, num evento que contou com a presença do Secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Eliezer Pacheco, representando o MEC, autoridades estaduais e municipais.

Iniciando suas atividades acadêmicas provisoriamente no Campus Natal-Central, em 18 de setembro do mesmo ano, o Campus Natal-Zona Norte apostou num projeto pedagógico que assumiu e incorporou a Educação de Jovens e Adultos como uma bandeira para a promoção da mudança de vida de muitos pais de família que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos.

Manifestações culturais na Região Campus


Antônio Santana

Antônio Santana
O artista popular Antônio Santana, da Cidade de Ceará Mirim/RN, nos impressiona pela sua capacidade de representar, em um só tema.

Boi Calemba Pintadinho

Boi Calemba Pintadinho
O Boi Calemba Pintadinho é um grupo de Boi de Reis de São Gonçalo do Amarante daqui do nosso estado.

Congo de Guerra

Congo de Guerra
O Congo vem sendo apresentado desde trezentos anos passados. É uma espécie de teatro, onde o espectador precisa imaginar o cenário evocado.

Etewaldo Santiago

Etewaldo Santiago
Existem, na memória icnográfica do natalese ao menos duas estátuas que são emblemáticas da cidade. A Iemanjá da praia do meio e o casal de namorados se beijando na entrada.

Falves Silva

Falves Silva
Nos anos sessenta e setenta, Natal, chamada pelo poeta pernambucano, Jomar Muniz de Brito, de “A Londres Nordestina”, foi sacudida por uma revolução poética que chacoalhou a província.

Gato Lúdico

Gato Lúdico
Banda de rock natalense dos anos 80. A banda teve apresentações em vários eventos importantes do estado como, por exemplo, o Festival de Música Popular da UFRN.

Henrique Fontes

Henrique Fontes
Henrique Fontes nasceu em Manaus e viveu lá até seus 6 anos de idade. Desde sua infância brincava da “arte de fazer teatro”.

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